De acordo com o conhecimento disponível sobre a doença, sabe-se que os adultos com COVID apresentam e mantêm queixas depois da infeção — sobretudo perda de olfato (anosmia), perda de paladar (ageusia), falta de ar (dispneia) e debilidade ou fraqueza muscular.
Quando começar
Aconselhamos a fisioterapia entre as 4 e as 8 semanas após a infeção aguda. Parece ser a altura ideal para avaliar potenciais impactos e necessidades de reabilitação, qualquer que tenha sido a apresentação clínica inicial.
O fisioterapeuta faz uma avaliação personalizada e, face às queixas apresentadas, define um plano de reabilitação.
Quais são as sequelas mais frequentes
As alterações do tecido pulmonar refletem-se em alterações funcionais respiratórias que se traduzem em sintomas persistentes depois da infeção — nomeadamente o cansaço fácil (astenia) e a falta de ar, que pode surgir apenas em grandes esforços ou simplesmente nas pequenas tarefas do dia-a-dia.
Nos doentes que estiveram em cuidados intensivos, as limitações da função respiratória são mais importantes e persistentes: quase sempre há sequelas com limitação funcional.
Verifica-se também fadiga, perda e fraqueza muscular relacionadas com o movimento, mesmo em quem não teve doença grave.
Este artigo tem fins informativos e não substitui uma avaliação clínica. Para saber se o seu caso beneficia deste acompanhamento, marque uma consulta connosco.